CARDEAL DOM CLÁUDIO HUMMES VISITA A PRELAZIA DO MARAJÓ


O presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Cláudio Hummes, realiza entre os dias 23 a 27 de fevereiro visita pastoral na Prelazia do Marajó, em quatro paróquias na região das ilhas, localizadas nos municípios de Breves, Melgaço e Portel.
Um dos principais nomes da Igreja Católica atualmente, o cardeal chegou a ser apontado como um dos potenciais sucessores de João Paulo II e Bento XVI e foi, segundo o papa, quem o influenciou a escolher o nome Francisco.
No Marajó, o cardeal Cláudio Hummes terá encontros com o bispo, padres, freis, comunidades missionárias e pastorais. Ele também visitará comunidades locais para, de acordo com a Prelazia, conhecer a realidade e as atividades pastorais da Igreja particular do Marajó.
Na terça-feira (23), o cardeal Hummes, chegou à cidade de Breves acompanhado do bispo do Marajó  Dom Frei José Luiz Azcona (OAR), foram recepcionados pelos Freis Agostinianos Recoletos, que administram a Paróquia de Santa Ana. Na parte da tarde Dom Cláudio, visitou a comunidade Nossa Senhora de Fátima, e a casa pastoral das irmãs missionárias da Congregação Notre Damme.
As 19:00 horas, ainda em Breves o Cardeal celebrou missa na Igreja Matriz da Paróquia São José e Sta. Teresinha. Após a missa, conversou com a comunidade.
No dia 24 (quarta-feira) Dom Cláudio Hummes, visitou a cidade de Portel ocasião em que ouviu autoridades e povo em audiência pública na Câmara de Vereadores, visitou a comunidade missionária Ágape da Cruz, realizou encontro com a pastoral da juventude e finalizou com Celebração Eucarística na paróquia Nossa Senhora da Luz.

A Ascensão do Senhor

Aos quarenta dias depois da Ressurreição, tendo instruído os Apóstolos sobre a nobilíssima Missão de estabelecer o Reino de Deus no Mundo, Jesus subiu ao Céu, onde o esperava a glória celeste.
Deu a benção à sua querida Mãe, aos Apóstolos e discípulos e se despediu deles. Uma nuvem O ocultou de seus olhos.  Acompanharam-no inumeráveis espíritos, ao primeiros frutos da Redenção, que Ele retirou do Limbo. As hierarquias Angélicas vieram ao encontro do Salvador do Mundo.
Ao situar-se junto ao Pai, toda a Corte celestial entoou um hino glorioso de louvor, como ouviu João em suas visões: "Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, e honra e o louvor" (Ap 5, 12).
Jesus entrou nos Céus para tomar posse de sua glória. Enquanto estava na terra, gozava sempre da visão de Deus; mas somente na Transfiguração, manifestou a glória de Sua Humanidade Sacratíssima, que, pela Ascensão, colocou-se ao lado do Pai celestial.

O significado das alianças

As alianças que marido e mulher usam na mão são sinal de felicidade um do outro. Amando-se os esposos estão amando a Deus. Na Bíblia existe uma passagem importante a esse respeito. É o dilúvio. Nele, Noé é salvo com sua família.
Depois do dilúvio, Deus abençoa a humanidade renovada e renova a aliança com a família de Noé. O arco-íris é o sinal da grande aliança do Criador com suas criaturas. O arco era uma arma de guerra. Mas Deus não usa arma que mata. Seu arco, sua aliança é um sinal de paz e reconciliação. É sinal de vida nova. O arco-íris significa que a humanidade não sofrerá um novo castigo, como no Dilúvio. As armas de Deus são o amor e a fidelidade. Ao ver o arco-íris, Deus se recorda de sua “Aliança” e tem piedade de Seu povo.
As alianças que os esposos usam são um pequeno arco-íris. Quando Deus olha as alianças de marido e mulher Ele se lembra de sua aliança, com a humanidade.

Festa de Apresentação do Senhor

Embora esta festa de 2 de fevereiro caia fora do tempo de natal, é parte integrante do relato de natal. É uma faísca do natal, é uma epifania do quadragésimo dia. Natal, epifania, apresentação do Senhor são três painéis de um tríptico litúrgico.
É uma festa antiqüíssima de origem oriental. A Igreja de Jerusalém já a celebrava no século IV. Era celebrada aos quarenta dias da festa da epifania, em 14 de fevereiro. A peregrina Eteria, que conta isto em seu famoso diário, acrescenta o interessante comentário de que se "celebrava com a maior alegria, como se fosse páscoa"'. De Jerusalém, a festa se propagou para outas igrejas do Oriente e do Ocidente. No século VII, se não antes, havia sido introduzida em Roma. A procissão com velas se associou a esta festa. A Igreja romana celebrava a festa quarenta dias depois do natal.

Entre as igrejas orientais esta festa era conhecida como "A festa do Encontro" (em grego, Hypapante), nome muito significativo e expressivo, que destaca um aspecto fundamental da festa: o encontro do Ungido de Deus com seu povo. São Lucas narra o fato no capítulo 2 de seu evangelho. Obedecendo à lei mosaica, os pais de Jesus o levaram ao templo quarenta dias depois de seu nascimento para apresentá-lo ao Senhor e fazer uma oferenda por ele